terça-feira, janeiro 29, 2008
Repercusões
segunda-feira, janeiro 28, 2008
Araguarino residente em Brasília disse:
sábado, janeiro 26, 2008
“Será que está certo?”
A respeito da matéria anterior, “Que tristeza”, temos a comentar sobre a destinação dada ao imóvel após tantas e tantas reivindicações nossas e da população araguarina.
Trata-se do seguinte: Quem passar pelo local, especificamente pela rua Rio Branco, durante o dia, horário comercial, poderá observar pelos portões abertos, que foi iniciada uma grande reforma no imóvel em pauta, o antigo prédio que abrigou a Empresa Força e Luz de Araguari, posteriormente a Cia. Prada de Eletricidade e finalmente a CEMIG.
Ficamos felizes em vermos que estamos sendo atendidos, juntamente com a população, em tantos e tantos pedidos feitos para a reativação do imóvel que tem uma história magnífica para Araguari.
Ao vermos a reforma em andamento, fomos de imediato procurar saber qual a destinação que seria dada ao imóvel.
Informaram-nos que lá seriam as instalações da Secretaria de Trânsito, JARI, veículos em geral, afinal, talvez um transtorno para a cidade.
De imediato, veio-nos na mente o resultado da instalação destes órgãos naquele espaço no centro da cidade. Lembramo-nos então que havíamos solicitado a reforma, para instalação de vários órgãos, que trariam de volta a reativação comercial da Dr. Afrânio.
Nossas sugestões foram: 1) Posto de Identificação do Cidadão – 2) Posto Policial – 3) Corpo de Bombeiros – 4) PROCON – 5) Arquivos Gerais dos Órgãos – 6) Secretaria da Saúde, com Farmácia, Posto Médico e Alojamento plantonista – 7) Garagem para os veículos dos órgãos.
Já pensaram caros Leitores, o quanto a população ficaria bem servida com tantos serviços a serem prestados naquele local? Já pensaram no movimento de pessoas de todas as idades, homens, mulheres, crianças, idosos, fariam uso deles e ainda fariam o movimento da esquecida rua, outrora a principal rua comercial de Araguari? Já pensaram na reativação do comércio ora fraco e esquecido pelos consumidores?
Ao contrário, a informação que tivemos foi aquela relatada anteriormente, ou seja, simplificando tudo: “Instalação dos órgãos competentes da Municipalização do Trânsito de Araguari”.
Começamos então a analisar e pensar no que seriam as ruas Dr. Afrânio e Rio Branco com a implantação dos serviços. Aliás, já começou, todas as vans que prestam serviços para a Prefeitura, já estão sendo vistoriadas lá. O trânsito está virando uma balbúrdia. As vans chegam, encostam no meio fio, aguardam a vistoria, seus motoristas ficam apenas vendo e o veículo tomando espaço público ser vistoriado e posteriormente liberados, aprovados ou não.
Se isto acontece só com as vans, imaginem quando os demais órgãos da área de trânsito estiverem em funcionamento. Afinal, agora o trânsito está municipalizado, o que vem a ser um ótimo acontecimento para nossa cidade, mas infelizmente no local errado para sua implantação.
Todos os veículos do município terão que passar por lá. Um motivo ou outro os levarão lá.
Perguntamos: O que isto vai trazer de benefício para os comerciantes, os moradores, os transeuntes? A resposta é simples: Transtorno, muito transtorno. Veículos parados por todos os lados e em todos os lugares que estiverem vagos. Apenas seus condutores irão ao local. Vai virar uma verdadeira confusão.
Quanto ao espaço do prédio, não resta a dúvida, é grande e bem repartido para tal finalidade. Porém, o local em que se encontra não é o apropriado para tal destinação.
Que saibamos, todas as cidades que tem o trânsito municipalizado, tem sua sede em local distante e que ofereça comodidade aos usuários que são inúmeros. Melhor, todos os proprietários de veículos auto-motores. Eles chegam,estacionam, tratam de seus problemas e seguem suas atividades.
Aqui, se realmente isto se concretizar, eles irão chegar, rodar o quarteirão várias e várias vezes, até encontrar o local para estacionar e resolver seu problema.
Vai ser um drama. Ah, isto vai. Se vai.
Se a Secretaria de Trânsito fosse instalada nos arredores da cidade, estaria levando o progresso para novo local.
Instalando-se na rua Dr. Afrânio, com acesso pela Rio Branco, estarão estrangulando o trânsito e trazendo sérias complicações para os que fazem uso da área.
Com vários órgãos instalados no ali, seria bem melhor para todos.
Não podemos ainda falarmos: “Que alegria”, “Que beleza”.
Aguardemos e vejamos como irá ficar.
Que Deus nos abençoe.
Um abraço.
sábado, janeiro 12, 2008
“Que tristeza”

Se formos aqui enumerar a quantidade de matérias que fizemos a respeito do prédio situado à rua Dr. Afrânio, n° 178, prédio este onde funcionou a extinta Cia. Prada de Eletricidade até 1973, quando a mesma foi encampada pela Eletrobrás que a passou em ato contínuo para a CEMIG, funcionando a mesma no local até 1996, quando novo prédio na Felício dos Santos passou a abrigá-la, e hoje também desocupado, poderíamos passar o dia todo e não chegaríamos ao final das narrativas.
E o tempo foi passando. Dia após dia. Mês após mês. Ano após ano. E nada, mas nada mesmo foi feito ou tem sido feito a respeito de sugestões para o uso do mesmo para finalidades várias, pelo Município ou pelo Estado, sob empréstimo do Município.
Infelizmente nada foi feito. O abandono foi total. Depredação, antro de malandros, vadiagem, estragos pela ação do tempo, e gradativamente a coisa foi e vai piorando.
Que tristeza adentrarmos pela rua Dr. Afrânio e deparar-nos com aquele mausoléu ao relento, sujeito a todas as ações de maus elementos, como pelo tempo implacável que a tudo destrói se não for usado e conservado de acordo com suas necessidades.
Em uma negociação com o Estado, o Município adquiriu o grande e antigo patrimônio que tanto foi útil à comunidade, tantas famílias dele sobreviveram e tanta história deixou para Araguari.
O prédio agora é da Prefeitura Municipal de Araguari.

Sugerimos quando da aquisição do imóvel pela Prefeitura, que o mesmo fosse restaurado e nele fosse prestada a homenagem homologada; que recebesse o nome sugerido. Mais ainda, sugerimos também que em seu salão principal, fosse feita a galeria dos ex-gerentes devidamente ilustradas pelas suas fotografias. Sob esta galeria, fossem colocados os nomes de todos aqueles que passaram pela Prada, prestando serviços relevantes à coletividade e dela tirando a sobrevivência sua e de seus familiares. Isto no decorrer dos anos.
Mas nada, nada foi feito. Lá está o antigo, sólido, memorável prédio abandonado. Jogado para as traças, cupins, marginais e outras finalidades não elogiáveis.
Fazemos novas sugestões agora. Fazemos e repetimos as já feitas, para que o movimento que a Prada trazia para a rua, volte, mas volte avolumado, tornando a mesma uma verdadeira rua comercial.
Como conhecemos a fundo o imenso prédio, sugerimos que o mesmo seja usado simultaneamente, sendo em seu salão principal, um “Posto de Identificação do Cidadão”. Grande espaço, acomodações confortáveis tanto pelo cidadão como para os funcionários. Observem, todos necessitam sua Carteira de Identidade. O acesso de pessoas interessadas em tirar o documento, substituí-lo, tirar 2ª via do mesmo irá até lá. Daí, basta o comércio saber usar de criatividade que os atraiam.
Vamos para a parte interna. Nela encontramos um imenso galpão onde funcionava o almoxarifado. Ele pode abrigar também o “Corpo de Bombeiros”, com escritório e dependências para os equipamentos usados pelos soldados do fogo. Garagem para os veículos? O grande galpão citado acima abriga vários veículos.
Logo após, encontramos outro cômodo de grandes proporções. Era onde funcionava a seção de medidores. Instala-se nele tranquilamente o “PROCON”. Como o povo necessita demais dele, o movimento será imenso com o vai e vem de pessoas em busca de seus direitos.
Mais instalações em seqüência dão continuidade ao imóvel. Era onde funcionavam a sala de descanso dos funcionários e os arquivos gerais de toda documentação da Prada.
Abrindo aqui um parêntese, quando da encampação da Prada com seu repasse para a CEMIG, veio para implantar o novo sistema, uma equipe de Araxá, chefiada por um tal de Jacinto de tal.
Voltando ao assunto, estes cômodos, poderiam servir de arquivos devidamente separados para cada órgão instalado no prédio restaurado.

Lembrem-se caros Leitores, este imenso imóvel, tem acesso pelas ruas Dr. Afrânio e Rio Branco. Isto vem torná-lo ainda mais útil e versátil para as finalidades sugeridas por nós.
Órgãos públicos, estaduais e municipais, farão uso das dependências. Isto não vem ao caso. A reciprocidade de prestação de serviços de ambos, faz-se necessária e é feita de longos anos. Agora, poderão serem úteis à sociedade em conjunto.
O título desta matéria, “Que Tristeza”, será substituído por outro que faça jus às modificações e implantações efetuadas. Faremos um Ponto de Vista com o título de “Que Alegria”, “Que Beleza”!
Era o que tínhamos.
Que Deus nos abençoe.
Um abraço.
domingo, janeiro 06, 2008
terça-feira, janeiro 01, 2008
BODAS DE RUBI

Terezinha, jovem professora do então Grupo Escolar Visconde de Ouro Preto, que funcionava nas instalações da Escola Técnica de Comércio Machado de Assis e Ginásio Dom Vital, na Praça Getúlio Vargas. Belos e saudosos tempos.

Logo após, as 18 horas, Casamento Religioso, como dissemos na Igreja de São José Operário, a Capela do Regina Pácis.
Foi um corre corre daqueles, pois o espaço entre uma e outra cerimônia foi pequeno para os arranjos dos convidados, em enfeitarem-se de acordo para a cerimônia religiosa. Mas deu tempo. Só se esqueceram de mim. Foram todos para a igreja e não lembraram de pegar-nos para o casório. Resolvemos o problema. Pegamos o carro e fomos dirigindo para a Igreja. Foi motivo de risos pela nossa figura chegando à igreja sozinho e guiando o carro.
Uma bela e emocionante cerimônia se realizou. Padre Alberto Arts, que foi professor de ambos, mantinha estreitos laços de amizade com as famílias, realizou um ato religioso que deixou a todos presentes emocionados, principalmente quando em suas palavras lembrou coisas e fatos acontecidos conosco. Os votos de felicidades por ele desejados se concretizaram, assim como de todos os presentes.


Naquela época, o chique era passar a Lua de Mel em Poços de Caldas. Lá fomos nós, de mala e cuia, viajando a noite para lá chegarmos na sexta feira. Foram dias agradáveis, alegres e inesquecíveis. Encontramos casais de Araguari que também comemoravam o casamento. Bela cidade do sul de Minas que proporciona um turismo de primeira qualidade.


No decorrer deste período, passamos por várias atividades profissionais, assim como Terezinha, ambos ampliando nossos conhecimentos, com estudos superiores para crescimento nas atividades a que nos propusemos.